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quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Diferenças entre Homens e Mulheres na Hora "H"


terça-feira, 18 de setembro de 2012

Água Tofana


O arsênico foi um dos venenos mais utilizados por sua eficácia e por ser inodoro e insípido. Dentro dos múltiplas derivados do veneno, possivelmente o mais famoso tenha sido a "água tofana" inventada pela bela e pérfida bruxa siciliana, Teofania de Adamo.
  
O método de preparação desta poção era muito cruel: a bruxa pegava um leitão sedento e obrigava-o a tomar uma farta dose de arsênico. Então pendurava-o, ainda vivo, pelas patas traseiras com uma espécie de focinheira com um recipiente. O leitão era então morto a base da paulada e o recipiente da focinheira recolhia a mistura de sangue, baba, sucos gástricos... tudo aquilo que o animal soltava pela boca. Esta mistura era então destilada com água.

No início Teofania fornecia o veneno diretamente ao solicitante, mas devido ao "grande sucesso" teve que criar uma rede clandestina de fornecimento.
  
A fortuna que amealhou trouxe junto consigo o ódio e a inveja. Foi denunciada por bruxaria e, logicamente, foi executada em 12 de julho de 1633 em Palermo. Muitos acreditavam que "cão morto não passa a raiva", mas desconheciam que Teofania tinha passado toda sua "sabedoria" a sua filha Giulia Tofana, tão bela e perversa quanto a mãe que melhorou o método de obtenção da poção e mudou seu nome para "maná de São Nicolau" ou "água de Nápoles". Da mesma forma que aconteceu com a mãe, os rumores de bruxaria começaram a se estender e fugiu para Roma com sua filha Girolama Spana. Desconhecida na nova cidade, seguiu com seus envenenamentos.
  
Sem que a mãe soubesse, em 1659 descobriram que a linda Girolama dirigia uma organização de mulheres dedicada a envenenar amantes incômodos, maridos imprestáveis, herdeiros apressados... Assim como a avó, foi condenada e enforcada junto a quatro de seus cúmplices depois de confessar o envenenamento de mais 600 pessoas.

A história das Tofanas de Adamo foi tão estendida que existe uma lenda infundada de que Mozart poderia ter sido envenenado usando "água tofana".

Fonte: Fonte: Stories of medicine de Luciano Sterpellone.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Os Tipos de prostituta na Roma Antiga

Por Marcel Verrumo
Na Grécia Antiga, as prostitutas já marcavam presença e havia até uma hierarquia entre essas mulheres. A maioria era escrava. Havia também as que eram obrigadas pelas próprias famílias a “bater ponto” nos bordéis.
Já na Roma Antiga, as prostitutas eram registradas e pagavam impostos, mas deveriam usar uma vestimenta diferente (florida ou transparente) para não serem confundidas com as mulheres “de bem”.

1. Delicatae: eram as prostitutas mais luxuosas, acessíveis apenas aos homens mais ricos e poderosos;

2. Copae: mulheres que trabalhavam em Cauponas, lojas especializadas em servir bebidas como vinhos);

3. Noctilucae: como o nome pode sugerir, eram as prostitutas que trabalhavam apenas à noite;

4. Lupae: estas mulheres prestavam seus serviços em lupanares, os prostíbulos da época; ou nos bosques

5. Forariae: elas ficavam em estradas fora das cidades e prestavam seus serviços sobretudo a donos de estabelecimentos rurais;

6. Fornicatrices: mulheres que ficavam disponíveis próximas a pontes, arcos ou edifícios. Aliás, do termo fornix (arco) derivou a palavra fornicação (manter relações sexuais com prostitutas);

7. Bustuariae: misteriosas, ficavam próximas aos cemitérios romanos. Tem gosto para tudo, né?;

8. Prostibulae: esta era a prostituta clássica! Exibia-se na rua livremente. Quem quisesse assumir o cargo, deveria obter o registro profissional e, depois de informar seus dados (nome, idade, naturalidade e “nome de guerra”), podiam colocar mãos à obra.

9. Ambulantarae eram aquelas que ofereciam sexo perto dos circos ou as que acompanhavam os exércitos em campanha militar para oferecer seus serviços aos militares.

Retirado de:

domingo, 16 de setembro de 2012

Por que falamos ATCHIM! Quando Espirramos

Por Patricia Oliveira 
Por mais simples que pareça, o espirro é tão complicado que você provavelmente não sabia que só nós, brasileiros, é que falamos ATCHIM quando espirramos.

Claro, existem exceções: muitos brasileiros não falam ATCHIM… Minha irmã por exemplo (espero que ela não veja esse post) fala ‘tizz’...

Meu vô nem dá espaço para falar ATCHIM, solta logo um grito daqueles!

Definição do espirro no Wikipédia:
Espirro ou esternutação (palavrinha difícil) é uma forma de o corpo expulsar o dióxido de carbono em excesso, sob a forma de partículas líquidas.

Afinal, por que falamos ATCHIM quando espirramos?

O espirro, assim como a tosse, a risada, o choro, bocejo e tantas outras, nos faz soltar involuntariamente um som, isso se chama ONOMATOPÉIA (outra palavrinha difícil).
A “palavra” ATCHIM é dita apenas aqui no Brasil, apesar da onomatopéia não ter que se adequar a regras de linguagem, outros países “espirram” diferente. (OBS.: os países não espirram, mas sim as pessoas que vivem nele rsrs).

Em consulta ao Wiki, vi em outras linguagens:
Inglês: “ATCHOO”;
Alemão: “HATISCHI”;
Francês: “ATCHOUM”;
Romano: “HAPCIU”.

Bom, os ingleses parecem mais que estavam procurando alguma coisa e enfim, encontraram: “ATCHOO” rsrsrs.

Brincadeiras a parte, é interessante conhecermos essas curiosidades que vivenciamos, além do mais, se algum dia alguém que você conhece não espirrar ATCHIM, procure saber se essa pessoa é mesmo brasileira rsrsrs

Ah, e não esqueçam, sempre coloquem a mão/lenço à frente do espirro, ele pode transmitir doenças, pois espalha até 40.000 gotículas infecciosas…

E também, não vai acontecer algo muito agradável se não o fizer.

Bons espirros e claro, SAÚDE!!!


sexta-feira, 14 de setembro de 2012

O Sexismo Condicional

Por Kel
Há alguns dias me deparei com a seguinte frase “Cavalheirismo é o nome que as mulheres dão à parte do machismo que lhes é conveniente”. (Via@arbustus)
Isso me fez pensar: onde termina o cavalheirismo e começa o feminismo condicional?
Voltando algumas décadas na história podemos nos lembrar da época em que as mulheres não trabalhavam porque não podiam, logo não tinham renda própria e quando possuíam algum patrimônio não detinham o controle do mesmo. Neste cenário, realmente as mulheres dependiam dos homens para sair de casa, pagar contas, comprar qualquer coisa que precisassem. Depois de décadas de lutas essa situação mudou muito, hoje podemos estudar, trabalhar, sermos donas dos nossos narizes e definir os rumos de nossas vidas.
Então o que justifica em pleno século XXI mulheres agirem como há 60, 50 anos?
É engraçado e contraditório pensar que uma mesma parcela da população feminina queira dominar o mercado de trabalho, alcançar a equiparação salarial, porém vem dar chilique na hora de bancar o próprio cinema. Querem ser independentes e morarem sozinhas, mas não aprendem a trocar uma torneira porque isso é “serviço de homem”.
Para estas mulheres cavalheirismo é dar presentes, pagar a conta do restaurante, teatro, cinema, gasolina, hotel, motel, salão, roupas, sapatos, bolsas e maquiagem. Pegar e deixar em casa, levar pra faculdade, visitar a mãe, pai, tia, amiga, prima, gato, cachorro e periquito para, ao final do dia, gritar a altos brados que “não depende de homem nenhum”. Certa vez uma conhecida disse que o homem tinha mais que pagar as coisas mesmo pra “valorizar a mulher”. Querida leitora, se você é dessas tenho duas notícias:
1 – Valorizar é diferente de dar preço.
2 –  O que você está fazendo não passa de prostituição indireta. Afinal o cara ta pagando pra ficar contigo.
Aí vem os homens que dizendo adorar mulher independente, achar ótimo e maravilhoso que elas tomem as rédeas das situações e etc… Acontece que quando encontram uma mulher que tenta agir na contramão disso tudo e se virar sozinha de verdade, alcançar a verdadeira independência, pagar pelo próprio cinema, não gostam. Se sentem “castrados”, privados de fazer “coisas de homem” tipo pagar a conta. Aí fica difícil, meus amigos !
É mulher demais querendo se manter na zona de conforto, é homem demais querendo manter a “masculinidade” e os poucos que agem de forma diferente acabam pagando o pato disso tudo, se sentindo inseguros e sem saber direito como se portar.
Bem vindos à era do sexismo condicional, em que ser machista ou feminista depende do dia da semana.