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quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Os 13 Fatores que Possibilitaram a vida na Terra

Não são poucos os astrônomos que dedicam tempo, energia e recursos em busca de evidências de vida em outros planetas espalhados pelas galáxias afora, e um número crescente de pessoas parece acreditar que não estamos sozinhos no universo.

Mas você só está hoje lendo este texto e respirando neste mundo graças a um intrincado conjunto de condições ambientais, e sem qualquer uma das quais este planeta seria tão deserto quanto qualquer rocha cósmica por aí.

Confira uma compilação de “acasos” que se juntaram para permitir a prosperidade dos seres vivos da nossa Terra:

13 – DISTÂNCIA EXATA PARA O SOL
A distância que separa a Terra do sol é de aproximadamente 150 milhões de km (uma Unidade Astronômica – UA). Se estivéssemos alguns milhões de quilômetros mais próximos, seria quente demais. Um pouco mais distantes, seria frio demais. A razão para haver esta zona habitável é simples: a temperatura é ideal para haver água em estado líquido.

12 – INFLUÊNCIA DA LUA
Você já parou para pensar que as primeiras formas de vida da Terra, que surgiram no mar, jamais teriam como alcançar o solo seco se o oceano fosse apenas um grande lago de água parada? E não é mais novidade que a lua é responsável por controlar as marés. Sem um empurrãozinho das ondas, é possível que a vida em nosso planeta ficasse restrita aos mares.

11 – ROTAÇÃO
Se a rotação de nosso planeta não fosse regular, um dos lados estaria exposto aos raios solares permanentemente, enquanto o lado oposto jamais receberia esta benção. Obviamente, a vida seria inviável em qualquer uma das condições, com calor ou frio extremos. Dessa maneira, mesmo que você não goste de acordar de madrugada antes do sol nascer, ou que escureça à tardinha, é graças a isso que estamos aqui.

10 – GRAVIDADE CONSTANTE
Grande parte dos conceitos físicos que permeiam a vida, de maneira geral, é possível apenas graças à famosa força de atração que Newton enunciou. A forma e o peso dos objetos só podem ser definidos devido a isso. Atividades básicas da vida, tais como movimentar objetos e os próprios corpos, seriam muito mais complicadas sem a gravidade.

9 – CAMPO MAGNÉTICO
Uma força invisível, mas facilmente comprovável, nos protege de sermos atingidos por partículas que o vento solar carrega até a Terra. Tal campo funciona, segundo as teorias mais aceitas, exatamente como um escudo. Tal escudo é formado a partir de uma linha circular, como um bolsão, traçada entre os polos magnéticos sul e norte da Terra. Sem esta proteção, estaríamos fritos. Literalmente.

8 – ZONAS TEMPERADAS
Compare o número de espécies animais das quais você já ouviu falar nas extremidades da Terra: provavelmente, não irá muito além de pinguins no polo sul, ursos no norte, além de alguns peixes exóticos que conseguiram se adaptar a condições tão adversas. Agora pense na tropical floresta amazônica: incontáveis variedades de bichos, desde pequenos insetos até grandes mamíferos. O fato de haver áreas atingidas pelo sol em quantidades equilibradas é considerado essencial para a manutenção da vida.

7 – ÁGUA, ÁGUA POR TODOS OS LADOS
Não é à toa que qualquer avanço na observação de possíveis fontes de água em marte ou na lua é sempre comemorado e incita novas investigações: a existência de água em estado líquido é um dos indicativos mais claros de condições para haver vida em um planeta. A Terra, com 70% de sua superfície coberta de oceanos, é privilegiada por essa razão.

6 – NÍVEL DO MAR ESTÁVEL
Ainda falando de oceanos: é realmente muita sorte que o nível geral do mar, sob condições normais, se mantenha estável. O fato de as águas não invadirem o continente com periodicidade e constância indefinidas facilita o estabelecimento de seres vivos em ambos os ambientes. É uma pena, no entanto, que esta situação esteja mudando para pior com o aquecimento global e o derretimento das calotas.

5 – PLANTAS VERDES
Uma interessante teoria afirma que a cobertura vegetal da Terra em seus primeiros milhões de anos pode ter sido roxa, e não verde. Apenas quando foi concluído o “esverdeamento” de nossos vegetais é que a vida animal teve condições de surgir. A razão para isso é muito simples: plantas verdes são sinais da existência de clorofila, que por sua vez é um indicativo de fotossíntese, que produz oxigênio para nós. Na época do planeta roxo, os vegetais usavam alguma outra molécula para seus processos biológicos.

4 – ELETRICIDADE
Há quase 60 anos, dois cientistas americanos simularam a origem da vida na Terra em laboratório, com o experimento batizado de Miller-Urey em homenagem a eles próprios. Os pesquisadores utilizaram, em estado primitivo, os gases e outros componentes químicos que estariam originalmente envolvidos no surgimento do primeiro ser vivo. A partir disso, foram-se criando os mais básicos aminoácidos, que dariam o pontapé inicial da vida na Terra. Como essas reações se ativaram? Segundo tal experimento, foi graças a descargas elétricas. Exatamente iguais às que hoje observamos pela janela em noites de trovoada.

3 – MOVIMENTOS GEOLÓGICOS
A existência de placas tectônicas é um ponto crucial, segundo as teorias mais aceitas, para que a vida no planeta pudesse se desenvolver. A constante movimentação da crosta terrestre a partir de vulcões e terremotos nos primórdios da Terra permitiu que houvesse maior circulação de componentes químicos importantes para tal surgimento. Se toda a superfície terrestre fosse agrupada em um único e estático bloco, estes eventos poderiam não ter acontecido jamais.

2 – O ESPAÇO A NOSSA VOLTA
Cientistas concordam que a Terra não “nasceu” com tudo o que era necessário para que tenhamos vida atualmente: alguns elementos, possivelmente até a água, foram trazidos de fora por gigantescos corpos celestes que colidiram com nosso planeta ainda nas primeiras etapas de sua formação. Além disso, o consenso básico é que a Terra jamais poderia abrigar vida se estivesse no vácuo: é necessário que ela esteja inserida no ambiente do sistema solar.

1 – “TEMPO DE MATURAÇÃO”
Hoje em dia é difícil impressionar alguém citando a atual idade aproximada da Terra: embora 4,54 bilhões de anos seja um período de tempo incomensurável, já nos acostumamos à ideia de que sim, o planeta é velho. Mas nem todos os planetas já observados têm tanto tempo de vida assim: alguns nascem e são destruídos em questão de poucos milhões de anos ou ainda menos. Por essa razão, é válido destacar que a vida só prosperou no planeta porque ele mesmo resistiu. Os ancestrais mais antigos do ser humano surgiram há cerca de 4 milhões de anos, menos de um centésimo da idade do planeta.

Fonte: Hypescience

Retirado de:

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

O Sábio Está Dentro do Círculo

Por Chuang Tzu
O Tao se obscurece quando os homens compreendem apenas um, dentre um par de opostos, ou se concentram apenas num aspecto parcial do ser. E, depois, a expressão clara perde-se no mero jogo de palavras, afirmando este aspecto, e negando todos os outros.

Daí a polêmica entre os Confucianos e os Moístas, cada qual negando o que o outro afirma, e afirmando o que o outro nega. Qual a vantagem dessa polêmica, de colocar o «Não» contra o «Sim», e o «Sim» contra o «Não»? O melhor é desistir desse esforço inútil e procurar a verdadeira luz!

Nada há que não possa ser contemplado do ponto de vista do «Não-Eu». E nada há que não possa ser contemplado do ponto de vista do «Eu». Se começo por olhar qualquer coisa do ponto de vista do «Não-Eu», não a vejo, realmente, porque é o «Não-Eu» que vê. Se começo de onde estou, e vejo-a como eu vejo, pode suceder então que a veja como o outro a vê.

Como quer que isso aconteça, a vida é seguida da morte; a morte é seguida da vida. O possível torna-se impossível; o impossível, possível. O certo torna-se errado, e o errado, certo… O fluxo vital altera as circunstâncias e, assim, as coisas por si mesmas alteram-se, por sua vez. Mas os polemistas continuam a afirmar e a negar as mesmas coisas que sempre afirmaram e negaram, ignorando os novos aspectos da realidade apresentada pela mudança de condições.

O sábio, portanto, em vez de tentar provar este ou aquele ponto pela disputa lógica, vê todas as coisas à luz da intuição direta. Não se prende aos limites do «Eu», pois o ponto de vista da intuição direta é tanto o «Eu» como o «Não-Eu». Daí ele nota que, tanto de um como de outro lado de cada argumento, há o certo e o errado. Também vê que, no final, eles se reduzem à mesma coisa, uma vez que estão relacionados com o pivô do Tao.

Quando o sábio se apodera deste pivô, ele está no centro do círculo, e lá fica enquanto o «Sim» e o «Não» perseguem-se um ao outro, em torno da circunferência.

O pivô do Tao passa pelo centro para onde convergem todas as afirmações e todas as negações. Todo aquele que se apoderar do pivô, coloca-se no ponto-morto de onde podem ser vistos todos os movimentos e oposições, em sua correta interdependência.

Por conseguinte, ele vê as possibilidades ilimitadas, tanto do «Sim», como do «Não». Quando abandona toda idéia de impor limites ou de tomar partidos, repousa na intuição direta. Portanto, é como eu dissera antes: «É melhor desistir das discussões e procurar a
verdadeira luz!»


Chuang Tzu foi um grande filósofo taoísta do Séc. IV a.C., o texto aqui publicado é fruto de um grande esforço de compilação e meditação de Thomas Merton, um monge católico do Séc. XX d.C. que estudou os textos de Chuang Tzu em várias fontes, nenhuma delas sendo a original, mas traduções da fonte original. Finalmente, coube a Paulo Alceu Lima traduzir a Merton, do inglês para o português, conforme visto no livro “A Via de Chung Tzu” (Ed. Vozes, esgotado)


terça-feira, 4 de setembro de 2012

Sobre a Sabedoria

Sabedoria, a Competência Perdida

Por Homero Reis - Mestre em educação, coach ontológico empresarial

Nem todos conhecem a história de Salomão, filho de Davi, que foi rei em Israel. É uma história bem significativa, vista sob o prisma da gestão. Com a morte de Davi, Salomão assume o reino. Logo no início de seu reinado ele tem um encontro com Deus, no qual lhe foi feita uma oferta especial. "Peça o que quiser", disse-lhe Deus, "que eu atenderei. Seu pedido não tem limites nem condições. Peça, apenas!"

O jovem rei, diante de tantas possibilidades e cheio de sonhos, aceita a oferta e faz seu mais profundo pedido. "Nada me será útil se não tiver sabedoria para conduzir a vida e o reino. Por isso, peço que me dê sabedoria para governar", disse ele. "Como pedistes bem", disse-lhe Deus, "farei mais e lhe darei todas as demais coisas que desejas."

Essa história provoca muitas reflexões. Imagine que lhe seja feita a mesma oferta. Riquezas, eliminação dos inimigos, fama, poder, etc. o que você pediria?

Não é uma questão retórica. É com ela que nos confrontamos todos os dias, fazendo coisas que reproduzem nossos desejos mais secretos, ainda que não tenhamos tanta consciência deles. Mas raros são os que se preocupam em adquirir sabedoria, mesmo porque nem sabemos ao certo o que isso significa.

Sabedoria é mais que conhecimento. É a capacidade de fazer com que a vida se mantenha em seu sentido mais pleno. É o modo como aplico minha inteligência e minhas emoções em meus relacionamentos, de tal forma que felicidade, paz e serenidade se instalem. Ter acesso ao conhecimento e informação é fácil: bibliotecas, internet, professores. No entanto, acesso à sabedoria pode ser mais complicado. Sabedoria está relacionada com trajetória de vida e com a plena integração na naturalidade das coisas. Investimos em conhecimento, mas não nos tornamos sábios.

Veja o pedido do rei: nada me será útil se não tiver sabedoria. Então vem a questão: por que preciso de sabedoria? Tenho refletido sobre isso e quero compartilhar alguns resultados, dentro dos domínios da vida cotidiana. Vejo muitas pessoas investindo tempo e dinheiro em cursos, capacitações e coisas do gênero. Mas nunca ouvi alguém dizer que está investindo em sabedoria.

O entendimento de muitas pessoas sobre a sabedoria está ligado aos domínios da religiosidade ou, quando não, a um forte apelo místico ou esotérico. Mas sabedoria vai além disso. Encontrar o sentido das coisas e agir mantendo sua integridade é um elemento fundamental para começar a compreender o que se entende por Sabedoria. Por princípio, sabedoria diz respeito ao modo como se caminha. É fluir na vida, ser inspirador.

Mas por que preciso de sabedoria? Porque grande parte dos problemas que tenho poderia ser resolvida se eu fosse capaz de aprender com a minha história, antes de procurar me justificar o tempo todo. Preciso entender que sou o criador da maioria dos meus problemas.

Dificuldades surgem não para nos paralisar, mas para construir espaços de aprendizagem. A sabedoria, portanto, reflete-se no modo como enxergo as coisas que me acontecem. Não há azar, sorte ou maldição a não ser a dádiva de entender que as ocorrências da vida devem nos remeter a questões que precisamos aprender. Se estou ligado nisso, começo a entender que existem coisas que posso mudar e outras que tenho que aceitar. Discernir umas das outras me torna sábio.

Preciso de sabedoria porque grande parte dos meus problemas poderia ser antecipada se tivesse a serenidade para entender que faço parte da regra e não da exceção. Muitas vezes, achamos que conosco não acontecerá o que ocorreu com outros. Assim, tratamos a vida com uma leviandade crônica, até que a casa cai. Constantemente, temos a sensação de que as dificuldades nos perseguem. Na verdade, isso é uma declaração de que ainda não aprendi o que devia e, conscientemente ou não, continuo reproduzindo coisas que me trazem complicações e não soluções.

Preciso de sabedoria porque ainda terei que enfrentar novos problemas. Ter a devida calma e serenidade para entender que essa é a mecânica da vida faz-me sábio.

Preciso de sabedoria porque sei que ainda não sou a pessoa que deveria ser, mas também sei que já não sou mais a pessoa que era. Preciso de sabedoria para entender os tempos e os movimentos da vida. Para compreender que nada é imediato, que tudo tem seu tempo. Sabedoria é entender que posso escolher todas as coisas, mas não posso tudo; é estar em paz, também, com as coisa que não escolho.

Em nossa jornada profissional, competência, atitude e informação são coisas importantíssimas; porém, sabedoria é fundamental.


Fonte: Revista Sophia n° 39 - Editora Teosófica 

Retirado de: Jornal Prana  Prana - Sabedoria na prática – 186ª Edição - AGOSTO/ 2012 - Pág. 22,23.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Coisas que Aprendi na Vida

Estas são algumas leis da existência que aprendi até hoje. Umas aprendi 'sozinho', ou seja, sem lê-las em algum livro ou ouvi-las da boca de alguém. Outras, tenho lido na Bíblia ou em outros escritores. Este não é um tratado de metafísica, apenas uma licença para expor alguns assuntos que acho relevantes para qualquer pessoa.

Nós só atraímos pessoas iguais a nós
Esta é uma dura lei para os que são negativos, amargurados, tristes ou rancorosos. É devido a esta lei que pessoas com estas características jamais se dão bem no amor, não conseguem granjear amigos, causam repulsa instintiva aos de sua convivência e por esta mesma razão muitas vezes terminam suas vidas sozinhas, abandonadas em asilos, hospitais ou manicômios. Ou a pessoa muda ou somente atrairá o mal diante de si.

Deus só perdoa àqueles que também perdoam
Esta lei universal foi enunciada por Jesus Cristo ao ensinar a oração do Pai Nosso para seus discípulos e em outras parábolas descritas por ele. Seja você um cético, religioso ou espiritualizado, você reconhece nossa pequenez perante a 'infinitude' do Universo. Se, sendo tão pequenos, não perdoamos uns aos outros, por que razão o faria Aquele que criou todas as coisas? Não perdoar àqueles que, arrependidos, nos pedem o perdão é uma demonstração de arrogância inaceitável para Deus.

A boca só fala do que o coração está cheio
Outro ensinamento dado por Jesus. Existem pessoas que sempre vêem o lado negativo de qualquer coisa. Pode ser uma conversa sobre rosas: ela esquecerá a beleza e o perfume das flores para ressaltar a existência de seus espinhos e a dor que poderá ser causada por eles. Por isso é importante fazermos autoanálises de nossas palavras para avaliarmos o nosso próprio interior.

Quem com exagero o defeito do outro anuncia, sua própria fraqueza denuncia
Isto a psicologia conhece bem, é um mecanismo de defesa: atacamos no outro aquilo que queremos combater em nós mesmos. Sendo assim, muito cuidado, pois é mais fácil conhecer uma pessoa pelo que ela combate do que pelo que ela abertamente defende. Quem se preocupa com os defeitos dos outros não consegue ver a si próprio.

A felicidade não é um sentimento, é um estado
Felicidade é sobretudo ausência: de cobiça, ansiedade, medo, inveja, enfim, de tudo aquilo que nos tira de nosso estado de paz interior. Ser feliz não é estar alegre, e sim saber que sempre há um 'outro lado' esperando por nós, por pior que seja a situação que estejamos enfrentando. Procure a felicidade dando ênfase às coisas que você gosta, às pessoas que lhe amam, desenvolvendo os potenciais que há dentro de você, vivendo a sua própria vida, sem jamais invejar a existência alheia.

sábado, 1 de setembro de 2012

30 motivos para Deus nunca se Tornar um Professor Titular da Capes ou do CNPQ


Realmente, é bem difícil. Veja essa lista de motivos (não oficial):

1. Ele só tem uma publicação;

2. Esta publicação não foi escrita em inglês, e sim em hebraico;

3. A referida publicação não contém referências bibliográficas;

4. Não tem publicações em revistas indexadas, ou com comissão editorial, ou ainda com pareceristas;

5. Há quem duvide que sua publicação tenha sido escrita por ele mesmo. Em um exame rápido, nota-se a mão de, pelo menos, 11 colaboradores;

6. Talvez tenha criado o mundo. Mas o que tem feito, ou publicado, desde então?

7. Dedicou pouco tempo ao trabalho (apenas 6 dias seguidos);

8. Poucos colaboradores Seus são conhecidos;

9. A comunidade científica tem muita dificuldade em reproduzir Seus resultados;

10. Seu principal colaborador caiu em desgraça ao desejar iniciar uma linha de pesquisa própria;

11. Nunca pediu autorização aos Comitês de Ética para trabalhar com seres humanos;

12. Quando os Seus resultados não foram satisfatórios, afogou a população;

13. Se alguém não se comporta como havia predito, elimina-o da amostra;

14. Dá poucas aulas e o aluno, para ser aprovado, tem que ler apenas o Seu livro, caracterizando endogenia de idéias;

15. Segundo parece, Seu filho é que ministra Suas aulas;

16. Atua com nepotismo, fazendo com que tratem Seu Filho como se fora Ele mesmo;

17. Ainda que Seu programa básico de curso tenha apenas dez pontos, a maior parte dos Seus alunos é reprovada;

18. Além das Suas horas de orientação serem pouco freqüentes, atende Seus alunos apenas no cume de uma montanha;

19. Expulsou os Seus dois primeiros orientandos por aprenderem muito;

20. Não teve aulas e nem fez mestrado com PhDeuses;

21. Não defendeu tese de Doutorado ou Livre Docência;

22. Não se submeteu a uma banca de doutores titulares;

23. Não fez proficiência em inglês;

24. Não existe comprovação de participação Sua em bancas examinadoras e de publicação de artigos no exterior …

25. Não tem abstract nos artigos;

26. Não segue as normas da ABNT;

27. Não terá dedicação exclusiva;

28. Ao que parece, não recicla seus conhecimentos há muito tempo;

29. Seu diploma, se é que há algum, não foi homologado pelo MEC;

30. Não possui currículo na plataforma Lattes;

Fonte: Via BBA e http://www.posgraduando.com.