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terça-feira, 21 de agosto de 2012

A Porta Negra

Era uma vez um país das Mil e Uma Noites. Neste país, havia um Rei que era muito polêmico por causa de seus atos. Ele pegava os prisioneiros de guerra e levava para uma enorme sala.
Os prisioneiros eram enfileirados no centro da sala e o Rei gritava, dizendo: "Eu vou dar uma chance para vocês.
Olhem para o canto direito da sala.". Ao olharem, os prisioneiros viam alguns soldados armados de arco e flechas,  prontos para ação. "Agora, -  continuava o Rei -, olhem para o canto esquerdo." Ao olharem, todos os  presos notavam que havia uma  horrível Porta Negra de aspecto dantesco. Crânios humanos serviam como  decoração e a maçaneta era a mão de  um cadáver. Algo horripilante só de imaginar, quanto mais para ver.
 O Rei se posicionava no centro da sala e gritava: "- Agora escolham: o que  vocês querem?
Morrerem cravados de  flechas ou abrirem rapidamente aquela Porta Negra e entrarem lá dentro enquanto tranco vocês? Agora,  decidam, vocês têm livre arbítrio, escolham..."
Todos os prisioneiros tinham o mesmo comportamento: na hora da decisão, eles chegavam perto da horrível Porta  Negra de mais de quatro metros de altura, olhavam para os desenhos de  caveiras, sangue humano, esqueletos,  aspecto infernal, coisas escritas do tipo: "Viva a Morte", etc., e  decidiam: "- Quero morrer flechado..." Um a um,  todos agiam assim: olhavam para a Porta Negra e para arqueiros da Morte e  diziam para o Rei: "Prefiro ser  atravessando por flechas a abrir essa Porta Negra a ser trancado lá  dentro."
Milhares optaram pelo que estavam  vendo: a morte feia pelas flechas.
Mas um dia, a guerra acabou. Passado algum tempo, um daqueles soldados do "Pelotão da Flechada" estava  varrendo a enorme sala quando eis que surge o Rei. O soldado com toda  reverência e meio sem jeito, perguntou:  "- Sabe, ó Grande Rei, eu sempre tive uma curiosidade, não se zangue com  minha pergunta, mas ...o que tem além daquela Porta Negra?"  O Rei respondeu: "- Lembra que eu dava aos prisioneiros duas escolhas?  Pois  bem, vá e abra a Porta Negra."
O soldado, trêmulo, virou cautelosamente a maçaneta e sentiu um raio puro de sol beijar o chão feio da enorme  sala.  Abriu mais um pouquinho a porta e mais luz e um gostoso cheiro de  verde inundaram o local.
O soldado notou que a Porta Negra abria para um caminho que apontava para uma grande estrada. Foi aí que o  soldado foi perceber: a Porta Negra dava para a...Liberdade.

MORAL DA HISTÓRIA
Todos nós temos uma Porta Negra dentro da mente. Para uns, a Porta Negra é o medo do desconhecido. Para  outros, é uma pessoa difícil. Quem sabe até uma frustração qualquer, do tipo:
Medo de se relacionar ou
Medo de ser rejeitado ou
Medo de inovar ou
Medo de mudar ou
Medo de voar mais alto.
Para alguns, a Porta Negra é a incerteza que a falta de preparo atemoriza.
Ou uma trava imaginária que as inseguranças da vida fabricaram durante a  educação.
Mas, se você pode perder, você pode vencer.  Se der um passo além do medo,  você vai encontrar o raio de sol  entrando em sua vida.
Abra essa Porta Negra e deixe o sol inundar você...
(Autor Desconhecido)

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Você Colhe Aquilo que Planta

Um agricultor tinha sacos variados de sementes. 
Resolveu um dia plantar um grande terreno nunca utilizado, com uma lavoura de morangos.
Passou o trator, limpou o terreno, apanhou um saco enorme de sementes e foi deitando-as na terra mecanicamente.
Ao final de uma tarde desceu do trator exausto, e olhando a grande extensão plantada, pensou, agora é só esperar que a natureza faça o resto. E foi descansar.
Três semanas depois o homem resolveu dar uma olhada em sua nova lavoura para ver o crescimento das plantas.
Começou a caminhar a pé por entre as pequenas mudas que já tinham mais de 1 palmo de tamanho, examinando-as cuidadosamente, até de que repente parou estarrecido, pôs as mãos na cabeça e gritou: NÃO !!!!!!!!!
Correu ao celeiro pegou o saco das sementes que plantara e confirmou sua incredulidade: ele plantara equivocadamente, tomates ao invés de morangos.
Indignado voltou correndo à sua lavoura e esbravejando e pisoteando as tenras plantinhas gritava, droga, droga, detesto tomates, eu queria morangos....e chutava a terra, pisoteava, pulava numa fúria insana até cair sobre solo exausto e embarrado.
Vendo aquilo sua mulher o socorreu e ele chorando enraivecido afirmou detestar aquela lavoura e queria vê-la destruída.
Sua mulher, pessoa simples mas sabia, o consolou e lhe disse: “mas meu marido, a natureza não fez nada errado, se você plantou tomates, como queria colher morangos...?
E assim é a vida, sempre colhemos o que nós plantamos. E nisso não há nenhum castigo.
É apenas uma lei, lógica e imutável. Se você planta tomates vai colher tomates!
Portanto, quando você for plantar sua "lavoura" cuide bem na escolha das "sementes"..... para não ter surpresas desagradáveis ou tristes.
(Autor Desconhecido)

domingo, 19 de agosto de 2012

Existe um Oceano Esperando por Você

A CARPA
A carpa japonesa (koi) tem a capacidade natural de crescer de acordo com o  tamanho do seu ambiente.

Assim, num pequeno tanque, ela geralmente não passa de cinco ou sete centímetros -- mas pode atingir três vezes esse  tamanho, se colocada num lago.

Da mesma maneira, as pessoas têm a tendência de crescer de acordo com o ambiente que as cerca.

Só que, neste caso, não estamos falando de características físicas, mas de desenvolvimento emocional, espiritual e intelectual.

Enquanto a carpa é obrigada, para seu próprio bem, a aceitar os limites do  seu mundo, nós estamos livres para estabelecer as fronteiras de nossos sonhos.

Se somos um peixe maior do que o tanque em que fomos criados, em  vez de nos adaptarmos a ele, devíamos buscar o oceano -- mesmo que a  adaptação inicial seja desconfortável e dolorosa.

Pense nisto.

Existe um oceano esperando por você.

(Autor Desconhecido)

sábado, 18 de agosto de 2012

A Importância da Pontuação

Um homem rico estava muito mal. Pediu papel e pena. E escreveu assim:

Deixo meus bens à minha  irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do alfaiate nada aos pobres.

Morreu antes de fazer a pontuação. A quem deixava ele a fortuna?  Eram quatro concorrentes:

1) O sobrinho fez a seguinte pontuação:
Deixo meus bens à minha irmã?  Não!  A meu sobrinho.  Jamais será paga a conta do alfaiate.  Nada aos pobres.

2) A irmã chegou em seguida.  Pontuou assim o escrito:
Deixo meus bens à minha irmã.  Não a meu sobrinho.  Jamais será paga a
conta do alfaiate.  Nada aos pobres.

3) O alfaiate pediu cópia do original.  Puxou a brasa p'rá sardinha dele:
Deixo meus bens à minha irmã?  Não!  A meu sobrinho?  Jamais!  Será paga a
conta do alfaiate.  Nada aos pobres.

4) Aí, chegaram os descamisados da cidade.  Um deles, sabido, fez esta
interpretação:
Deixo meus bens à minha irmã?  Não!  A meu sobrinho?  Jamais!  Será paga a
conta do alfaiate?  Nada!  Aos pobres.

Assim é a vida. Nós é que colocamos os pontos. E isso faz a grande diferença... 

(Autor Desconhecido)

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Você é Ovo, Cenoura ou Café?


O que você é: cenoura, ovo ou café?

Uma filha queixou-se da vida ao seu pai, sobre como as coisas estavam tão difíceis para ela. Ela já não sabia mais o que fazer e queria desistir. Estava cansada de lutar e combater. Parecia que um problema se resolvia para outro surgir.

Seu pai, um chef, levou-a até a cozinha. Encheu três panelas com água e colocou cada uma delas em fogo alto. Numa das panelas ele colocou cenouras, noutra colocou ovos e, na última, pó de café. Deixou que tudo fervesse, sem dizer uma palavra.

A filha deu um suspiro e esperou impacientemente, imaginando o que ele estaria fazendo.

Cerca de vinte minutos depois o chef apagou o gás. Pescou as cenouras e as colocou em uma tigela. Retirou os ovos e os colocou noutra tigela. Então pegou o café com uma concha e o colocou numa caneca. Virando-se para a filha, perguntou:

- Querida, o que você está vendo?

- Cenouras, ovos e café - ela respondeu - Mas, o que isto significa, pai?

- Todos esses alimentos enfrentaram a mesma adversidade: a água fervendo.

Contudo, cada um reagiu de modo diferente. A cenoura entrou forte, firme e inflexível, mas, depois de ter sido submetida à água fervendo, amoleceu e ficou frágil.

Os ovos entraram frágeis, mas, depois de terem sido fervidos na água, ficaram interiormente rijos e duros.

O pó de café, contudo, é incomparável: depois de ter sido colocado na água fervente, mudou a si e a água.

Ele perguntou à filha:

- Qual deles é você, minha querida?

Quando a adversidade bate à sua porta como você responde?

Você é como a cenoura que parece forte, mas com a dor e a adversidade você murcha, torna-se frágil e perde sua força?

Ou será você como o ovo, que começa com um coração maleável, mas que depois de alguma perda ou decepção se torna mais duro, apesar de a casca parecer a mesma?

Ou será que você é como o pó de café, capaz de transformar a adversidade em algo melhor ainda do que ele próprio?

Moral da história:
 - Somos nós os responsáveis pelas próprias decisões. Cabe a nós, somente a nós, decidir se a suposta crise irá ou não afetar nosso rendimento profissional, nossos relacionamentos pessoais, nossa vida, enfim.

Ao ouvir outras pessoas reclamando da situação, ofereça uma palavra encorajadora. Confie que você tem capacidade e tenacidade suficientes para superar os desafios que te impõem.

"Uma vida não tem importância se não for capaz de impactar outras vidas".

(Autor Desconhecido)