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segunda-feira, 9 de julho de 2012

Sobre o Sagrado Anjo Guardião

Todos os grifos em itálico são meus.

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Por Marcelo Del Debbio
Minha definição pessoal é que o S.A.G. [Sagrado Anjo Guardião ou Anjo da Guarda] é você mesmo no futuro. Um Estado de consciência que chamamos de Tiphareth [A sexta esfera da Árvore da Vida na Qabalah que representa a Sabedoria e o Conhecimento], no qual estamos livres de Samsara (a Roda das Encarnações) e temos plena consciência de todo o processo deste planeta.

A conversação com o S.A.G. seria, portanto, conversar com você mesmo do futuro para acelerar seus acertos até chegar a este futuro. Note que, segundo o Budismo Tibetano, além de um Sagrado Anjo Guardião, Existiria um Sagrado ARCANJO Guardião, que seria o seu S.A.G. no futuro, ou o S.A.G. do seu S.A.G…. e assim por diante… até o Universo consciente.

E, como não existe tempo, existe apenas o processo e, eventualmente, tomamos consciência que somos todos uma consciência apenas, experimentando individualidades em diversos graus.

Claro que este conceito é muito avançado e parece assustador a princípio… para uma pessoa com menos entendimento, um S.A.G. parece ser uma entidade externa… um “Anjo da Guarda” ou “Guia” ou “Eu Maior” que se confunde com outra pessoa… Mas responda: se você pudesse voltar dez, vinte anos no passado e dar conselhos para você mesmo, o seu EU do passado acreditaria que você é ele ou acharia que você é outra pessoa?

(...)

Imagine que você volte quinze anos no passado e possa conversar com você mesmo. Você do passado acreditaria no que você mesmo de hoje teria a lhe dizer? Sobre as coisas que faria?

Nossa Consciência em Tiphareth trabalha em tempos e espaços que não conseguimos nem conceber direito, por isso muitas vezes pensamos se tratar de outra entidade (ou nossa consciência em Malkuth [última esfera da árvore da vida cabalística. Ela representa o reino material.] assim a interpreta).

Há casos de Êxtases religiosos nos quais algum crente encontra o próprio S.A.G. e acredita ter “conversado com Jesus” e assim por diante. Alguns dizem ter escutado uma voz em suas mentes, outros alegam terem encontrado um anjo com toda a exuberância de uma fantasia de baile de carnaval celestial… vai de pessoa para pessoa.

No meu caso, nem poderia dizer que foi uma conversa: ele falou, eu escutei. “Falou” não é bem o termo. Melhor seria “inundou minha mente de projeções de tempo, espaço, sensações e sentimentos do que estava por vir”.

(...)

Nada do que vocês fizeram até hoje em suas vidas está longe da Verdadeira Vontade de vocês. Podem ser aparas de outras vidas, resgates ou tentativas limitadas por outros fatores como dinheiro ou necessidade, mas se você imaginar que sua essência é uma jóia lapidada e que estamos no estado de gemas brutas, cada ação que fazemos é um pequeno golpe de lapidação.

Existe um exercício dos monges tibetanos para acelerar a consciência que estudamos a partir da terceira monografia do A A [1] que consiste em mapear sua vida para compreender os pontos cíclicos e os vetores para onde você têm caminhado.

O Mapa Astral (eu recomendo o projeto de Hospitalaria do Blog: http://www.deldebbio.com.br/mapas-astrologicos-e-sigilos-pessoais/) também é uma ferramenta muito boa para compreender a Verdadeira Vontade.

[1] – O que é o A A [Arcanum Arcanorum] nas palavras de Marcelo Del Debbio:
“O A A surgiu como evolução natural do projeto Mayhem, que por sua vez já era uma evolução natural do Blog Teoria da Conspiração. Muitos leitores procuram ou já participam de ordens Iniciáticas ou frequentam centros espiritualistas (umbanda ou kardecismo) e possuem vontade de aprofundar mais os estudos. O A A foi criado como um método que não interferisse com os métodos de quaisquer outras Ordens, mas que trabalhasse diretamente com exercícios práticos que pudessem ser aproveitados em outras escolas também. Desta maneira, trabalhamos com Visualizações, Templo Astral, Exercícios de respiração, expansão de consciência, criação de Altar Pessoal, Servidores, consagrações, o estudo dos 32 Caminhos, 7 Planetas e o Mapa Astral de cada membro. O conceito do A A é melhorar a pessoa para que ela possa fazer uma diferença positiva dentro da Ordem que já faça parte, melhorando sua vida e a vida daqueles ao seu redor.”

Retirado e adaptado da entrevista com Marcelo Del Debbio por Kayque Girão e Natasha Lacerda no site:




domingo, 8 de julho de 2012

O Judeu Errante



O Judeu Errante de Gustave Doré

O Judeu Errante, também chamado Ahsverus ou Ahsuerus, é um personagem mítico, que faz parte das tradições orais cristãs. Tratar-se-ia de um contemporâneo de Jesus Cristo, habitante de Jerusalém; ali, trabalhava, num cortume, ou oficina de sapateiro, que ficava numa das ruas por onde os condenados à morte por crucificação passavam carregando suas cruzes.

Na Sexta-feira da Paixão, Jesus Cristo, passando por aquele mesmo caminho carregando sua cruz, foi importunado com ironias, ou agredido verbal ou fisicamente, pelo coureiro Ahsverus. Jesus, então, o teria amaldiçoado, condenando-o a vagar pelo mundo, sem nunca morrer, até a sua volta, no fim dos tempos.

As versões do incidente são variadas. Uma delas diz que Jesus Cristo teria caído, sob o peso da cruz, bem defronte à loja onde trabalhava Ahsverus e este, zombando, teria gritado para o condenado que "caminhasse". Jesus teria respondido a Ahsverus que ele, o sapateiro, é quem caminharia pelo mundo até o fim dos tempos.

Uma variante da versão diz que antes que Simão, o Cireneu se oferecesse para ajudar Jesus a reerguer a cruz, Jesus teria pedido a ajuda a Ahsverus, que se recusara.

E uma versão diferente da lenda conta que Jesus, na verdade, teria parado diante do cortume e pedido a Ahsverus que lhe desse uma caneca d'água. Ahsverus então teria replicado dizendo: "se és o Filho de Deus, faça com que jorre uma fonte de água fresca do chão" e Jesus, por isso, o amaldiçoou.

É possível que a lenda do Judeu Errante tenha tido início no Século IV quando um bispo da Armênia ou da Pérsia, em visita a Constantinopla ou participando do Concílio de Nicéia, teria dito, em resposta a um incrédulo, que no seu país ainda restava, viva, uma testemunha do martírio de Jesus Cristo.

Aí então a imaginação popular teria se encarregado do resto, fazendo às vezes confundir a figura com a de um funcionário de Caifás chamado Malco, com a de um certo cidadão de Jerusalém chamado Cartáfilo ou até mesmo com Judas Iscariotes, que teria, de alguma forma, sobrevivido ao auto-enforcamento.

Nos primeiros tempos da expansão do islamismo houve o boato, entre os conquistadores árabes da Síria, de que o tal Judeu Errante havia sido de fato, encontrado em Damasco.

Séculos mais tarde, o boato ressurgiu na Península Ibérica, onde um certo Juan Esperendios ("espera em Deus") seria esse personagem.

Na Itália medieval dizia-se que o Judeu Errante atendia pelo nome de Giovanni Buttadeo ("o que bate em Deus") e na Alemanha, no século XVI, um bispo de Hamburgo afirmou ter conhecido o Judeu Errante pessoalmente, tendo inclusive sido publicado, anos mais tarde, o suposto diálogo do bispo com o Judeu.

No Brasil, algumas histórias populares afirmam que o Errante teria imigrado para Pernambuco no tempo do domínio holandês, e que permaneceu vivendo incógnito no Brasil; teria sido localizado, pela última vez, no norte de Minas Gerais, quando foi visto chorando sangue diante de uma igreja num dia de Sexta-Feira da Paixão.

A expressão popular "onde Judas perdeu as botas" seria uma alusão ao Judeu Errante e à sua profissão de sapateiro.

sábado, 7 de julho de 2012

Cientistas Descobrem a Kriptonita





Cientistas descobriram em 2007 um mineral que até agora só existia nas histórias do Super-Homem. A fórmula da criptonita (ou kriptonita, como preferem alguns) - o mineral extraterreste que é a única forma de se destruir o homem de aço - foi detalhadamente descrita no filme O Retorno do Super-Homem.

Mas, ao contrário do que seria de se esperar, o novo mineral não foi encontrado em um meteorito ou algo do tipo. Ele foi localizado em uma mina na Sérvia e é branco, tem a textura de um pó e não possui qualquer tipo de radioatividade. No filme, a criptonita é verde e sólida.

Até agora desconhecido, o novo mineral foi estudado pelo Dr. Chris Stanley, do Museu de História Natural da Inglaterra. "No final da minha pesquisa, fiz uma busca na web utilizando a fórmula química do mineral - hidróxido silicato de sódio e lítio - e fiquei maravilhado ao descobrir o mesmo nome científico escrito em uma caixa de pedras de criptonita roubadas por Lex Lutor de um museu no filme O Retorno do Super-Homem."

A criptonita terrestre não oferece nenhum risco, nem para super-heróis e nem para os seres humanos comuns, e ainda poderá ser utilizada como uma fonte de lítio - um metal importantíssimo economicamente, utilizado na fabricação de pilhas, baterias, fuselagens de aviões e medicamentos.

Mas o novo mineral não será chamado de criptonita. Os cientistas já decidiram que seu nome oficial será jadarita. Eles provavelmente têm suas razões, bem fundamentadas e justificadas.

Mas poderiam ter sido um pouco menos conservadores, principalmente porque acaba de nascer uma variação da bem conhecida expressão de que a vida imita a arte - a natureza agora também parece imitar a arte.

E vai forçar todo mundo a dar um sobrenome ao novo mineral. Afinal, daqui a pouco, quem irá se lembrar do nome jadarita? Mas todos se lembrarão se falarmos da jadarita, a criptonita terrestre.


sexta-feira, 6 de julho de 2012

Carrinhos de Rolemã

Quando eu era moleque, era um entusiasta dos carrinhos de rolimã ou rolemã. Fiz vários, que invariavelmente quebravam na primeira, segunda, terceira ou quarta descida, quase sempre no mesmo lugar: o eixo dianteiro, sempre frágil devido a sua construção difícil... Já perdi unhas dos dedos das mãos segurando a tábua onde estava sentado rente ao chão, ou dos pés quando o carrinho passava sobre eles (muitas vezes ao ser atropelado enquanto esperava minha vez de descer após meus irmãos na parte de baixo da ladeira). Já quebrei uns tantos óculos (para desgosto de minha mãe que me deixava claro com marcas duradouras no corpo o quanto meu pai trabalhou para comprá-los...), quando por descuido num "cavalo de pau" mais ousado descendo o morro, eles, não sei como, iam parar embaixo do carrinho, sendo esmagados no processo. Eu era como o Coiote do  Papa-Léguas perseguindo o design perfeito com rolemãs pequenas para dar velocidade nas descidas, riscando o chão, ou com as grandes, de caminhão, que meu pai trazia da oficina mecânica onde trabalhava e que me permitiram montar o "Carro Mamute" das rolimãs (quem não sabe o que é procura no Google, adicionando Speed Racer  na procura...), utilizando grossos pedações de madeira ("pernas de três" como nós chamávamos) praticamente inteiros na sua circunferência para acomodar as rodonas. Com  nosso "Carro Mamute" desciam quatro garotos de uma só vez, o de trás sempre acionando os freios (todos meus projetos tinham freios: pedaços de pau pregados pelo meio na lateral do assento,  forrados com borracha preta de pneu na parte que tocavam o chão), que invariavelmente se partiam em pedaços na tentativa de parar o monstro no fim da ladeira. Testei dezenas de variações: rodas de borracha (retirada de velocípedes e outros veículos "de criança") atrás e na frente, rodas grandes com pequenas e muitas mais. E sempre quando um projeto falhava, recolhia os pedaços quebrados junto com meu orgulho e dizia para mim mesmo: "de volta à prancheta", para daí a pouco tempo ter mais um modelo novinho para ser testado. Minha variedade de veículos de rolimã só nunca foi maior do que minha quantidade de arcos feitos de todos os materiais que tinha a mão, bem como as flechas...Mas isso é para outro post... Nós descíamos uma ladeira onde também desciam carros e  uma linha de ônibus que insistia em aparecer nas horas mais impróprias: bem no meio dos testes drive dos carrinhos da rapaziada da vizinhança. Meu irmão chegou a bater de cabeça no parachoque de um e acabar embaixo dele para desespero de minha mãe. Ainda bem que estava parado e só ganhou um galo na cabeça e xingamentos do motorista (com mamãe foi outra história mais dolorosa...). Hoje não vemos mais carrinhos cortando as ladeiras com aquele barulho rascante característico, nem vemos mais as riscas brancas que eles deixavam no asfalto liso ou não tão liso assim... Abaixo segue uma pequena história dos carrinhos de rolemã, um "como fazer" de um modelo que não era igual aos que eu fazia com três rodas (duas atrás e uma na frente) e sim um modelo um pouco mais "sofisticado" com quatro rodas (duas atrás e duas na frente) - Na minha infância pobre era mais fácil conseguir duas do que três rolemãs - e um vídeo que encontrei no YouTube para quem não entendeu do que eu falo ver na prática como é feito um "bólido de rolamento esfera" (só não gostei no vídeo da trilha excessivamente hardcore que acho não combinar com o conteúdo...) .

***

Não se sabe ao certo a história do mais radical dos brinquedos das crianças da década de 70 e 80 da região sudeste do Brasil. Pode-se dizer que os primeiros exemplares foram construidos em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, no final da décadas de 60, começo da década de 70. 

O principal material, as rodas, eram rolamentos conseguidos em oficinas de manutenção de automóveis. As oficinas em questão davam manutenção aos carros daquela época, os Chevrolets Belair, os Fordões 50 51, os Pontiacs os Mercuries os Dogdes e os sofisticados Oldsmobiles, todos carros importados.

Os rolimãs bons para fazer os carrinhos vinham da transmissão destes carrões americanos. Mas também qualquer carro nacional também descartavam estas peças, e oficina para consertar as antigas latas velhas que zero Kilometro já apresentavam problemas com ruas esburacadas e falta de via apropriadas para o trafego de veículos.

O maior problema era conseguir as rolimãs, sem pagar nada, simplesmente pedindo e as vezes executando pequenos serviços das oficinas, na maioria das vezes de limpeza para obter o prêmio.

Engraçado que carrinho de rolimã era brinquedo dos meninos mais pobres ou com menos condições que não podiam ter uma biclicleta, mas tornou-se o pai, hoje avô dos brinquedos radicais no Brasil.

Os carrinhos de rolimã eram levados as ladeiras asfaltadas e que igualmente somente se popularizaram com a urbanização das cidades igualmente na época de 60 e 70, o que novamente confirma a época aproximada do surgimento deste brinquedo.


COMO CONSTRUIR SEU CARRINHO DE ROLIMÃ

Você vai precisar de:
•  1 tábua de 1m x 30 cm
•  1 ripa de 80 cm x 3 cm
•  1 ripa de 60 cm x 3 cm
•  4 rolimãs
•  1 parafuso com porca
•  pregos
•  tinta esmalte sintético
•  martelo
•  serrote
•  furadeira
•  lixa para madeira

Serre a tábua para fazer a frente do carrinho (desenho 1).



Faça um furo na tábua e outro na ripa maior (desenho 2) 



e, com uma lâmina, arredonde as pontas das ripas na largura dos rolimãs (desenho 3).


             
Encaixe os rolimãs e coloque os calços feitos com as sobras da madeira (desenho 4).



Lixe tudo. Pinte as ripas e a tábua. Deixe secar. Pregue a ripa menor na parte de trás da tábua (desenho 5).



Fixe a ripa maior da parte da frente com o parafuso e a porca (desenho 6).



Teste o seu carrinho num lugar seguro, longe de automóveis e ladeiras. 

Não esqueça de usar capacete, luvas e joelheiras.





Fonte: "Manual de Brincadeiras da Mônica" lançado pela Editora Globo.



quinta-feira, 5 de julho de 2012

Como Explicar o Bóson de Higgs para Leigos

A descoberta do bóson de Higgs é fundamental para a compreensão do Universo, mas como explicar sua importância para um leigo, uma criança, um tolo? Muito depende do interlocutor e das circunstâncias, claro, mas aqui vão umas dicas que podem tornar a tarefa mais simples.

Para impressionar: “O bóson de Higgs é uma partícula elementar inicialmente proposta em 1962, como um potencial subproduto do mecanismo pelo qual um hipotético e ubíquo campo quântico — chamado campo de Higgs — confere massa a partículas elementares. Mais especificamente, no Modelo Padrão da física de partícula, a existência do bóson de Higgs explica como a separação espontânea das forças eletromagnética e nuclear fraca ocorre na natureza.”

Para pais de crianças pequenas, privados de sono: “Se as partes constituintes da matéria fossem as carinhas grudentas dos seus filhos, o campo de Higgs seria como aquela piscina de bolas de plástico coloridas das áreas de recreação infantil dos shoppings. Cada uma das bolas representa um bóson. Coletivamente elas oferecem a resistência suficiente para impedir o seu filho/elétron de cair nas profundezas do Universo – um lugar repleto de tomadas, cacos de vidro e sujeira.”

Para quem estuda português: “O bóson de Higgs é como uma pontuação subatômica, com o peso de uma vírgula invisível ou de um ponto e vírgula microscópico. Sem eles, o Universo seria como um amontoado de palavras sem sentido — um pouco parecido com “O Código Da Vinci”.

Para adolescentes que começaram a estudar física: “Não, eu sei que não é um átomo. Eu não disse isso. Bem, eu quis dizer uma partícula. Sim, eu sei o que é eletromagnetismo, muito obrigada pela informação – forças unificadas, Einstein, blá, blá, blá, massa, blá, blá, blá, quarks, bóson de Higgs, fim. E isso tudo foi há muito tempo e eu estou cansado. Vai, agora muda o canal porque nós estamos perdendo “Avenida Brasil”.

Para uma criança sentada no banco de trás do carro: “É uma partícula pela qual os cientistas vinham procurando. Porque eles sabem que, sem ela, o Universo não seria possível. Porque sem ela, as outras partículas não teriam massa. Porque elas continuariam a viajar na velocidade da luz, como os fótons. Porque eu disse que sim e se você perguntar por que mais uma vez nós não vamos parar no Mac Donald's.”

Para um religioso extremado: “O bóson de Higgs não existe.”

Retirado de: